A conversa aqui é FOTOGRAFIA : compartilhamento de arte, informação, opinião, aprendizado e ensino.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
CONVITE:
Então vou ser a primeira:
Essa foto foi produzida no Playcenter, em Sampa. Eu lembro de ter visto o carrossel e de quão onírico e belo (e cinematográfico - não sei porque me lembrou, imediatamente, de Strangers on a Train, do Hitchcock) era, com aquelas cores e luzes. Ao me aproximar, observei o movimento e o quanto de tempo ficava parado ...Até retomar o embalo... Logo percebi o reflexo no espelho. Regulei a câmera, abertura máxima, e ela me dizia: "_Velocidade mínima para as suas mãos, hein...". Eu estava sem tripé: 1/15. Me lembro... :)
Firmei o corpo e apertei o botão. "_Tomara que eu não tenha tremido..."
Quando revelei (essa foto é película), pingou o "O Retrato de Dorian Gray" na cabeça e estava batizada a imagem :)
Até hoje, a minha predileta. Tinha certeza que havia tremido...
PS: Eu posso postar em texto rsrsrsrsrs .
domingo, 15 de maio de 2011
COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA NO CINEMA
ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA - FERNANDO MEIRELLES - FOTOGRAFIA ESPETACULAR!
http://www.youtube.com/watch?v=6wyj1V-aKVc
HERÓI - FOTOGRAFIA DO FILME LINDA DEMAIS! ABSOLUTAMENTE CUIDADA!
http://www.youtube.com/watch?v=srFhXDZhUZI
ENQUADRAMENTOS
COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA - NÚMERO DIVINO - SEQUÊNCIA DE FIBONACCI
http://www.youtube.com/watch?v=QaWepnGWRs8&feature=related
RAZÃO DIVINA
http://www.youtube.com/watch?v=bdIZvlUgptM
VALORIANDO O PROFISSIONAL DE FOTOGRAFIA
VALORIZANDO O SEU PROFISSIONAL DE FOTOGRAFIA
Sim, a tecnologia, a baixo custo, ajudou baratear, a disseminar informação e ofereceu todo um novo universo de possibilidades para a população interessada não somente em jogos e computadores pessoais, mas também, para aqueles que gostam de fotografar. Em 2008, a Kodak Brasileira, divulgou uma pesquisa que avaliava em 14 milhões, o número de câmera digitais no Brasil e que no país circulavam 40 milhões de dispositivos de captura de imagem, sejam celulares, câmeras digitais ou máquinas fotográficas convencionais. No entanto, os números mais expressivos, revelados pelo gerente de marketing da empresa, Márcio Portella Daniel, são os que dimensionam a vontade de fotografar. Em 2001, a população mundial somou incríveis 100 bilhões de “cliques”. Em três anos o número dobrou e anda na casa dos 200 bilhões - e aumentando. Uma média de 600 imagens por fotógrafo, guardadas cuidadosamente no... HD (porque também virou hábito não imprimir essas imagens). Com tamanha facilidade de captação e com o volume de imagens produzidas, a impressão que poder ser comum é de que qualquer um é fotografo e que qualquer pessoa produz fotografia.
E isto está longe de ser verdade. Para ser um profissional da imagem não basta tecnologia a disposição (barata ou cara), câmeras de última geração, grandes equipamentos, estúdios repletos de parafernália técnica, embora muita gente acredite que sim. O fotógrafo é um artista. E muitos – pela facilidade de se fazer uma imagem na contemporaneidade - esqueceram que trabalhar com imagem é fazer arte.
Dizer que vivemos na era da imagem, é no mínimo, clichê. A imagem é nosso alimento. É na imagem que muita-muita gente (mesmo!) apreende notícias, referencia modelos, absorve comportamentos, reproduz ideologias-notícias-modelos-comportamentos-ideologias-notícias-modelos... A imagem em movimento ou parada, frame-fragmento, contribui, de maneira significativa, também como suporte, para a produção-reprodução e manutenção de formas e comportamentos no movimento - que nada possui de aleatório - da sociedade. Ansiamos não pela palavra, mas pela versão imagética da notícia, da narrativa, do relato: “Eles têm imagem disso?”
Sim, imagem poder ser elemento de conformidade, como o que nos circunda na mídia jornalística e publicitária - mas também promove a liberdade, a fraternidade, a igualdade,quebra de paradigmas, quando estimula, apresenta, inaugura, oferece, introduz, subverte, demanda, posiciona, conclama, incomoda. Mapplethorpe, Diane Arbus, Duane Michaels, Cig Harvey, Cindy Sherman, Sally Man, Jean-Baptiste Mondino, Steven Klein, Oliviero Toscani, ... O nome dos artistas, transgressores, que usaram a Fotografia para conceber belezas, quebrar regras e padrões, ensinar estéticas, é, graças a Deus, incontável.
E o que os fez e faz, inesquecíveis e memoráveis é, exatamente, a singularidade do olhar. Não é somente a técnica ou o momento que é mágico, mas como e porque ele foi capturado. Como funcionam os olhos de um virtuose, mulheres e homens que possuem formas de olhar únicas? Como se desenvolveu o olhar de magistrais artistas? Sim, o bom profissional da fotografia, para muito além das fronteiras da técnica, é um autor, dono de uma leitura original do que acontece ao seu redor e ler o mundo é projeto que envolve sensibilidades. Congelar e embalar para viagem (a lifetime, conclamar magicamente a cena aos sentidos, fazer renascer aquele momento diante dos olhos) aquele pedaço da história de alguém requer, parodiando Jane Austin, “razão e sensibilidade”.
A pergunta é: por que ninguém pergunta para a cirurgiã plástica (que também é um artista por natureza, prevendo e construindo formas), qual a marca do bisturi que ela usa... Mas muitos fotógrafos, amadores e profissionais, passam a vida ouvindo: “_Que câmera você tem para fazer essas fotos?” Ou ainda, de outros mais incomodados, “Ahhh...Mas olha a câmera que você/ela/ele tem?” Por mais bonita, grande, cara que ela pareça, a câmera é um apetrecho. Um instrumento. Um apêndice. Você não contrata uma advogada pela caneta ou laptop que ela possui (espero que não!). Você não contrata um treinador esportivo porque ele foi ótimo zagueiro, corredor ou lançador de peso. Não se contrata um atleta pela cor do tênis que o indivíduo usa, nem pelo péssimo gosto ( no caso de jogadores de futebol rs) para corte de cabelo...
Você escolhe um fotógrafo não pelo tamanho do estúdio dele, mas sim, pela leitura que ele faz do universo ao redor. E você quer que ela/ele possua esses olhos ao captar a SUA história.
sábado, 14 de maio de 2011
Variações na leitura da luz (EV nas digitais)
Positivo: o EV positivo é quando entra mais luz do que o padrão. Aumentar o EV é útil para bater fotos em locais com pouca luz, onde será preciso uma captura maior da luz refletida.
Negativo: o EV negativo é quando entra menos luz do que o padrão. Diminuir o EV é útil para bater fotos que precise captura menos luz, como por exemplo, em fotos contra-luz.
Aqui então a gente esta falando do...do... DIAFRAGMA (e também do Obturador) meu povo! :)
Explicando:
Ev = Tv + Av = Lv + FvEv = exposure-value (Valor Luz)
Onde:
Tv = time-value (shutter-speed)(velocidades do obturador), onde 0 = 1 segundo, 1 = 1/2 seg, etc.
Av = aperture-value (f-stop)(valores do diafragma), onde 0 = f/1, 1 = f/1.4, etc.
Lv = light-value (brightness)(intensidade luminosa do sujeito), onde 15 = sol direto e 12 = sombra aberta.
Fv = film-value (film speed)(fotoestesia=sensibilidade do filme) , onde 0 = ASA 100, 1 = ASA 200, etc.
EV Normal
EV Negativo

EV POsitivo












